Planejamento de intervenções no ambiente urbano para aumentar o nível de atividade física e melhora da saúde cardiovascular

Artigo publicado na RD&T em 2007. Escrito por Victor Keihan Rodrigues Matsudo, Mario Maia Bracco, Erinaldo Andrade


O sedentarismo tem alcançado proporções epidêmicas em todo o mundo e enfrentá-lo tornou-se prioridade em saúde pública. A globalização e suas conseqüências trazem mudanças rápidas nos projetos urbanos que afetam os comportamentos humanos, além de taxas de incidência e prevalência crescentes de doenças crônicas não transmissíveis, especialmente a doença cardiovascular. Nos países em desenvolvimento esse processo tem se verificado principalmente nas grandes metrópoles, pelo aumento da migração das populações de área rural para ambientes urbanos, provocando novas demandas na saúde pública. A complexidade que envolve o comportamento sedentário ou ativo, mediado por fatores relacionados com diferentes setores além da saúde, está associada a diferentes fatores determinantes, envolvendo o indivíduo, o contexto socioeconômico e o ambiente, podendo assim ser modificado por meio de estratégias de mudança de comportamento para um estilo de vida mais ativo em diferentes níveis de abordagem.

 

 

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