Sedentarismo: como diagnosticar e combater a epidemia

Artigo publicado na RD&T em 2005. Escrito por Victor Keihan Rodrigues Matsudo


As conseqüências da epidemia de sedentarismo para a saúde física incluem, entre as mais conhecidas, o diabetes, a hipertensão, a hipercolesterolemia, a obesidade, diversas formas de câncer, a osteoporose, calculose renal, biliar e até disfunção erétil. No entanto, o impacto para saúde mental é pelo menos igualmente devastador, compreendendo: diminuição da auto-estima, da auto-imagem, do bem-estar,
da sociabilidade; aumento de ansiedade, de estresse, de depressão, como também do risco para mal de Alzeihmer e de Parkinson, de acordo com estudos mais recentes, e até prejuízo da cognição.1

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